... Baptizado do João!!!
Falta:
- falar com o 'catering' para ver como estão as coisas! (não é um catering a sério!!!!)
- ver o espaço, como está e moldá-lo aos nossos desejos!!!!
- ver se a roupinha do João está bem e se é preciso subir os calções....
- ver se a minha roupa está ok!(tenho vestido, sapatos (acho que sim...)
- tratar do bolo ( ou bolos pois uma tia do L. faz anos no dia)
- terminar as lembranças que vamos oferecer no fim da missa do baptizado!!!
- pensar no penteado para o dia, manicure, pedicure, depilação, maquiagem e bronzeamento (?) ...
- saber ao certo qtas pessoas vão...
- decidir quem vai filmar o evento (a fotografa já temos...)
- confessar...
(para já não me lembro de mais nada!!!)
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Gritar...
... apetece-me gritar, rebentar, explodir, agredir, e ao mesmo tempo desaparecer...
(depressão pós-parto?)
(depressão pós-parto?)
terça-feira, 9 de junho de 2009
Porquê que tudo tem que ser tão complicado?
Cada vez me apercebo mais que mesmo as coisas mais simples acabam por se traduzir em grandes complicações. Mas por ‘nossa’ culpa. E não consigo perceber porquê que isso acontece. Ou melhor… até percebo. A culpa é mesmo nossa.
Sempre que existe um evento que temos que planear, isso traduz-se em discussão, zanga, problemas… Um jantar para amigos dá sempre confusão, uma saída com os cunhados dá sempre desavença. Como é óbvio a ida ou organização de uma festa dá sempre em zanga, discussão…e porquê que isto é assim?
Tu tens os teus hobbies, o teu estilo de vida, as tuas opções. A tua rotina. Que é estar em casa, trabalhar, ir ao futebol, ir à missa e ponto final. Isto é o que te agrada. É o que gostas de fazer. É o que te sentes bem a fazer. Para viveres desta forma, acho que não é difícil deduzirmos que serias feliz, como tantas vezes já te disse, sozinho, sem ninguém. Porque é mesmo assim, estás bem em casa sozinho pois ‘entreténs-te’ bem assim, gostas (muito) do teu local de trabalho, com as pessoas que fazem parte dele e dás-te bem assim, vais ao futebol sozinho e não precisas de mais ninguém para te sentires bem, vais à missa sozinho e isso para ti é suficiente. Se assim é, se gostas desta rotina, que é a tua e até podes fazê-la (bem) sozinho, diz-me aonde é que eu encaixo? Eu e o teu filho? É claro que me vais dizer que o teu filho é teu filho e como tal em último caso e porque é bebé e não tem voto na matéria, entra na tua rotina e é ‘obrigado’ a vivê-la (pelo menos para já). Mas o meu caso já é diferente pois tenho vontade própria e capacidade para agir de acordo com o que quero e desejo para mim. E claro, é aqui que temos problemas. Demasiados problemas e sinceramente estou tão cansada que nem forças tenho para discutir. Só acho é que o ser humano não vive só no mundo, não está isolado do que o rodeia, (lembrei-me agora que algo parecido com esta frase costuma estar nos livros escolares nas disciplinas de estudo do meio ou algo do género) é um ser social. Tu ficarias bem se não sociabilizasses. Tu ficas sozinho.
Mas então, porque casaste? Porque quiseste constituir família? Tudo aquilo que te deixa feliz, toda a tua rotina, pode ser alcançado sem nós…É que neste momento temos duas opções: ou paramos de discutir, de argumentar, e cada um começa a levar a sua vida de forma independente e tu ficas com a tua rotina e eu tenho fazer a minha sem ti, a sair sozinha ou com outras pessoas ou então separamo-nos e cada um segue com a sua vida. Acho é que viver no constante tormento de discutir porque quero sair com os cunhados e tu não queres mas até vais, mas vais contrariado e sempre a resmungar e sempre chateado, deixando-me a mim stressada pois sem que tu não tás bem, não queres estar com eles, penso então que não vou mais marcar nada pois sei que isso nos vai trazer problemas. Como não ir almoçar com os meus pais nas tantas vezes que eles nos convidam porque tu não queres, porque tu só queres estar em casa e deixar de ir e ficar em casa. E isto vai de encontro com o que eu disse, eu até posso ir, e até vou com o meu filho, tu ficas em casa, porque não queres ir e assim começam duas vidas paralelas, duas vidas em separado de duas pessoas que vivem na mesma casa mas apenas partilham o espaço e as despesas. Isto não é ter uma vida a dois, não é ter uma vida de casal, não é ter uma família. Para isto não precisavas de casar comigo, para isto como sempre digo, não precisas de mim para ser feliz. e é dói saber que isto é mesmo assim...
Sempre que existe um evento que temos que planear, isso traduz-se em discussão, zanga, problemas… Um jantar para amigos dá sempre confusão, uma saída com os cunhados dá sempre desavença. Como é óbvio a ida ou organização de uma festa dá sempre em zanga, discussão…e porquê que isto é assim?
Tu tens os teus hobbies, o teu estilo de vida, as tuas opções. A tua rotina. Que é estar em casa, trabalhar, ir ao futebol, ir à missa e ponto final. Isto é o que te agrada. É o que gostas de fazer. É o que te sentes bem a fazer. Para viveres desta forma, acho que não é difícil deduzirmos que serias feliz, como tantas vezes já te disse, sozinho, sem ninguém. Porque é mesmo assim, estás bem em casa sozinho pois ‘entreténs-te’ bem assim, gostas (muito) do teu local de trabalho, com as pessoas que fazem parte dele e dás-te bem assim, vais ao futebol sozinho e não precisas de mais ninguém para te sentires bem, vais à missa sozinho e isso para ti é suficiente. Se assim é, se gostas desta rotina, que é a tua e até podes fazê-la (bem) sozinho, diz-me aonde é que eu encaixo? Eu e o teu filho? É claro que me vais dizer que o teu filho é teu filho e como tal em último caso e porque é bebé e não tem voto na matéria, entra na tua rotina e é ‘obrigado’ a vivê-la (pelo menos para já). Mas o meu caso já é diferente pois tenho vontade própria e capacidade para agir de acordo com o que quero e desejo para mim. E claro, é aqui que temos problemas. Demasiados problemas e sinceramente estou tão cansada que nem forças tenho para discutir. Só acho é que o ser humano não vive só no mundo, não está isolado do que o rodeia, (lembrei-me agora que algo parecido com esta frase costuma estar nos livros escolares nas disciplinas de estudo do meio ou algo do género) é um ser social. Tu ficarias bem se não sociabilizasses. Tu ficas sozinho.
Mas então, porque casaste? Porque quiseste constituir família? Tudo aquilo que te deixa feliz, toda a tua rotina, pode ser alcançado sem nós…É que neste momento temos duas opções: ou paramos de discutir, de argumentar, e cada um começa a levar a sua vida de forma independente e tu ficas com a tua rotina e eu tenho fazer a minha sem ti, a sair sozinha ou com outras pessoas ou então separamo-nos e cada um segue com a sua vida. Acho é que viver no constante tormento de discutir porque quero sair com os cunhados e tu não queres mas até vais, mas vais contrariado e sempre a resmungar e sempre chateado, deixando-me a mim stressada pois sem que tu não tás bem, não queres estar com eles, penso então que não vou mais marcar nada pois sei que isso nos vai trazer problemas. Como não ir almoçar com os meus pais nas tantas vezes que eles nos convidam porque tu não queres, porque tu só queres estar em casa e deixar de ir e ficar em casa. E isto vai de encontro com o que eu disse, eu até posso ir, e até vou com o meu filho, tu ficas em casa, porque não queres ir e assim começam duas vidas paralelas, duas vidas em separado de duas pessoas que vivem na mesma casa mas apenas partilham o espaço e as despesas. Isto não é ter uma vida a dois, não é ter uma vida de casal, não é ter uma família. Para isto não precisavas de casar comigo, para isto como sempre digo, não precisas de mim para ser feliz. e é dói saber que isto é mesmo assim...
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Aperto no coração...
... pela primeira vez sinto um aperto só de pensar que alguma coisa pode estar errada.
Nunca pensei que o meu amor ainda ia crescer mais....
PS: e ainda vai crescer ainda mais!!!!
Nunca pensei que o meu amor ainda ia crescer mais....
PS: e ainda vai crescer ainda mais!!!!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Reflexões, constatações, factos (?) ...
Eu imaginava que ter constituir família não ia ser um mar de rosas. Que existiriam momentos bons e momentos menos bons. Só não sabia que ao fim de tão pouco tempo essas dificuldades viriam tão rapidamente ao de cima. A verdade é que neste momento tenho um filho saudável, lindo, cheio de vida e do qual me orgulho imenso. É sem dúvida a minha razão de viver!!! No entanto, por outro lado, apercebo-me que nunca estive tão distante do meu marido…e sinceramente não acho que a ‘culpa’ seja do meu filho. Obviamente o nosso tempo diminuiu drasticamente, a nossa prioridade agora é outra. Mas será que isso só por isso justifica a falta de atenção, de carinho um para com o outro? A verdade é que me recordo com muita saudade dos tempos de namoro em que todos os dias me levantava e tinha uma sms do meu marido, que chegava ao trabalho e tinha um e-mail, que de tempos a tempos tinha uma prendinha feita por ele, que diariamente estávamos juntos e nos beijamos e nos tocávamos e nos abraçávamos….Agora tudo é motivo de discussão, passamos mais tempo a discutir que a conversar, que a partilhar ideias, planos, desejos, aspirações … e o que sempre sinto é que eu estou sempre errada, os outros têm sempre razão, os outros fazem as coisas acertadas, eu digo sempre barbaridades. Mas será que é mesmo assim? Será que já tentaste ver se não tenho um pouco de razão? Não sei, confesso que me sinto só, tenho o mais importante da minha vida, o meu filho mas deixei de te ter a ti, deixei de ter o nós…
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